Branded Content: o consumidor no centro da experiência

Identificar as tensões dos consumidores e planejar como a sua marca, serviço ou produto pode fazer parte da “solução” dessa demanda é pré-requisito para o sucesso das marcas em termo de negócio. A postura de mero “expectador” de uma enxurrada de mensagens cativantes perde força num contexto de consumidores informados, empoderados, que influenciam terceiros e com concorrência agressiva.

As narrativas das marcas continuam tendo muito de emocional, mas a comunicação precisa equilibrar ganha-ganha para marca, consumidor, canais/veículos/plataformas e até para embaixadores/porta-vozes. Se antes uma frase de efeito era arrebatadora, agora precisa vir acompanhada de vivências que possibilitem ao consumidor (ou possível consumidor) tangibilizar essa superioridade. Os influenciadores são aliados importantes nesse cenário em que o endosso de fontes não oficiais é responsável por parcela expressiva de conversão – um pressuposto do fenômeno conhecido como “Groundswell”, que pode ser estudado na obra de Charlene Li e Josh Bernoff.

A forma das narrativas – campanhas, ativações ou experiência – é igualmente estratégica para alcançar os indicadores de performance estipulados (KPIS), pensando nos debates de JEKINS de “Cultura da Conexão”.

Completa a tríade estruturante do pensamento estratégico, uma timeline de canais, formatos de mídia e/ou embaixadores e pautas alinhadas à jornada dos consumidores.

Debater o protagonismo do consumidor não é novidade, seja no mercado ou no meio acadêmico. A diferença é que a clássica jornada do consumidor, análise SWOT e similares precisa sair do ppt/keynote e flertar com a vida real. A conta tá chegando e não tem mais volta!

Essas são alguns pontos que apresentei na terceira edição do Iguassu Social Mix, realizada em Foz do Iguaçu, pela Loumar Turismo e Hotel Bella Itália, no dia 17 de março de 2017.
Confira abaixo os slides da palestra na íntegra;)

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